Air France KLM compra parte da GOL por US$ 52 milhões

Denis Carvalho 19 · fevereiro · 2014

O grupo Air France KLM e a GOL anunciaram hoje a assinatura de parceria exclusiva estratégica de longo prazo para cooperação comercial com a Airfrance KLM. O acordo inclui a compra de 1,5% das ações da companhia brasileira pelo grupo europeu e está sujeito à aprovação do Cade.

Segundo informou a GOL, a cooperação abrange a ampliação do compartilhamento de voos, atividades de venda conjuntas aprimoradas, e mais benefícios para clientes por meio dos programas de milhagens de ambas as companhias no mercado brasileiro e europeu. “A parceria segue a cooperação estratégica bem-sucedida entre a GOL e a Delta Airlines, que é principal parceira da Air France-KLM, implementada desde 2011”, destaca o comunicado.

Como parte do acordo, Air France-KLM investirá US$100 milhões na GOL. Este valor abrange um investimento de US$52 milhões em ações da GOL, o que representará uma participação de aproximadamente 1,5% em ações preferenciais da Companhia. Há possibilidade do aumento de capital, mas estará  sujeita à aprovação do Conselho de Administração da GOL.

Adicionalmente, a Air France-KLM farão uma contribuição de US$48 milhões para aprimorar a eficácia da parceria comercial estratégica.

“O acordo assinado hoje com a Air France-KLM, uma das maiores companhias aéreas da Europa, confirma a estratégia da GOL em busca de sólidas parcerias e a expansão da oferta de serviços e destinos aos clientes de ambas as companhias. A Europa é um dos destinos mais populares para os brasileiros, e essa aliança proporcionará benefícios e oportunidades singulares.” afirma Paulo Kakinoff, diretor-presidente da GOL.

“Estamos ansiosos em unirmos forças com a GOL, companhia aérea líder no Brasil. Estamos confiantes que essa ampla parceria criará valor estratégico e de longo prazo para ambos os grupos e clientes, e significativamente aumentará a posição comercial da Air France-KLM na região. O Brasil, país-sede da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016, se beneficia com o crescimento dos negócios e dos volumes de viagens de turismo. Esse acordo confirma nossa estratégia de estabelecer parcerias duradouras em regiões com relevante potencial de crescimento.” afirma Alexandre de Juniac, presidente do Conselho e diretor-presidente da Air France-KLM.

Ainda no comunicado, a GOL afirma que a parceria proporcionará maior coordenação entre as redes, de modo a aumentar o número de oportunidades de conexão entre a Europa e Brasil. O compartilhamento de código entre os voos da Air France-KLM e GOL se estenderão aos voos operados pela Air France e KLM entre a Europa e Brasil, assim como os voos operados pela GOL no Brasil.

Dica do leitor Marcio Correa

Publicado por

Denis Carvalho

Editor chefe

  • Pedro

    e ainda tem quem defenda que a não-abertura de mercado… companhias aéreas brasileiras? AONDE?

    • Leonardo Pereira

      Já foi comentado aqui que o problema não é a empresa lá de fora operar dentro do Brasil, é a empresa lá de fora pagar o preço do combustível mais caro, carga trabalhista mais cara, taxas elevadas, baixa infraestrutura, e tudo mais. Se a empresa é melhor ou pratica preços melhores lá fora é porque as condições lá fora são melhores que aqui dentro.

      Abrir o mercado para uma empresa com base no exterior operar aqui no Brasil é decretar a morte das empresas brasileiras, só que as lá de fora só vão operar nas rotas “filé”, não iriam se interessar por rotas de baixa lucratividade.

      Então não é abrir o mercado para as estrangeiras, é dar condição das brasileiras operarem igual as estrangeiras operam, porque se uma estrangeira com sede em outro país, paga imposto em outro país, contrata parte dos funcionários no outro país, abastece parte do voo lá fora, é impossível concorrer nesse cenário e em vez de um aumento de ofertas e redução de preços, veríamos o contrário.

      Entendeu porque abrir o mercado não vai resolver coisa nenhuma? A única solução é melhorar as condições, mas nenhum governo quer fuçar aí…

      • Bom argumento, mas não é bem nem lá nem cá. Assim como em todos os demais setores da economia, o alegado custo Brasil não impede o Lucro Brasil. Todos sabemos a carga tributária etc etc etc… mas as empresas estrangeiras ainda olham o país como mina de ouro. Ou seja, dá sim para ganhar dinheiro e muito. Bom exemplo desta possbilidade é ver quase sempre a Emirates e a Aerolineas com preços Rio/Bue melhores que a Gol e Tam. Nem vamos falar na diferença de serviços. E voltando aos impostos, bilhete vendido aqui paga imposto aqui mesmo. Ou seja, americana, panamenha ou europeia paga aqui o que vende aqui. Assim como Gol e Tam pagam lá o que vendem lá.

        Pq elas fazem promoção de R$ 49 um trecho? Pq tem gente pagando R$ 2 mil por outros onde não há concorrência. Há pouco tempo atrás denunciaram a TAM por vender a estrangeiros por uns R$ 300 o mesmo Rio/Sp que vendiam por R$ 800 para brasileiro.

        Abrir o mercado é trazer concorrência e quebrar o clubinho. Não se engane. Já não temos nenhuma cia aérea puramente brasileira. Temos uma TAM adquirida pela LAN sob o véu de uma pseudo-fusão, uma Azul sob o comando de um americano que por acaso nasceu aqui mas fez dinheiro lá fora, uma Avianca que convenhamos é tão brasileira quanto o dono Eframovich e GOL que está sendo fatiada cada vez mais entre investidores internacionais como Delta e agora a Air France/KLM.

        Somos um país do tamanho da Europa. Não dá para ficar nas mãos de 4 empresas que competem no inverso para ver quem cobra mais oferecendo menos.

        • Diego Souza

          Andre, o que mais me assustou no seu comentário foi ver que você trabalha no turismo e tem uma visão tão distorcida dos fatos.

          Emirates, Turkish e Qatar vendem passagens baratíssimas nesse trechos porque para elas é apenas complementar, você sabe disso. Não se esqueça que já foi dito aqui no MD que elas vão lá abastecer seus enormes wide com gasolina petrobrás mais barata que em SP.

          A Aerolíneas vende passagens com preços semelhantes da GOL.

          Comparar os custos de uma cia panamenha e uma americana com as brasileiras só pode ser piada mesmo, mas não custa lembrar você que nos últimos anos todas as grandes cias americanas passaram por processo de recuperação judicial e posteriormente de fusão.

          Eu também concordo que seria muito bom abrir o mercado para ter novos players, aliás, como você disse, as cias brasileiras nem são tão brasileiras assim, mas também não podemos também inventar mentiras e ficar sonhando.

          O Brasil é do tamanho da Europa? vamos fazer de conta que fisicamente ele seja. Mas isso não importa, o que importa é o tamanho do mercado e nós sabemos que o mercado brasileiro não é nem 5% do mercado Europeu. Qualquer mercado do tamanho do Brasil não tem mais que 2 grande players, pesquisa aí que você vai ver, aqui no Brasil temos 3 grandes players.

          Vamos discutir mas com argumentos verdadeiros e com o pé no chão. Não é porque queremos cias melhores e mais baratas que seremos irracionais.

          Esse papinho de lucro brasil é coisa que o governo inventou pra tirar o dele da reta. Nós sabemos de n empresas gringas que quando passam a operar no brasil, com os nossos custos não conseguem obter sucesso. 2014 tem mais um belo exemplo, a Amazon tenta iniciar suas operações aqui já tem três anos e nada.

          • Rodrigo Koide

            Se abrir o mercado fosse a única solução para aumento de competitividade, redução de custos e controle da inflação, o Plano Collor teria dado certo, não é mesmo…rs?

          • Paulo Almeida

            O plano não deu certo mas o reflexo da abertura vc vê agora nas ruas. Abrir o mercado é saudável para todos os segmentos da sociedade, menos pro clubinho, como bem falou o colega acima.

          • Danielsson

            Diego, o Andre tem razão em alguns pontos sim. Mas o que mais me surpreende nessas discussões é que quem é contrário à abertura do mercado brasileiro pra companhias internacionais utiliza o argumento que não é justo que uma companhia opere aqui com as facilidades de lá (ou ausência das enormes barreiras daqui), enquanto as nacionais operam nessas condições desiguais. Você na verdade está argumentando com um outro problema que precisa ser solucionado. As condições enfrentadas aqui é que precisam mudar. Talvez uma abertura de mercado facilite isso. A pressão que as próprias companhias brasileiras fazem para não ficarem pra trás quando isso vier a ocorrer. Mas não. Isso não é interessante. Não vejo as companhias brasileiras lutando por melhores condições aqui. Está muito cômodo um oligopólio onde o brasileiro não tem outra opção. Melhorar preço e serviço pra que? Quem vier de fora tentando fazer isso é covarde?

            E sim, Lucro Brasil existe sim. O mercado automobilístico é um exemplo claro disso. Não é só condição de tributação e custo de mão de obra e matéria prima que elevam os preços e reduzem a qualidade do produto/serviço. É a ganância pelo lucro exorbitante.
            Dá uma olhada nesse texto sobre esse exemplo no mercado automobilístico: http://www.noticiasautomotivas.com.br/lucro-brasi

            Ele é bem completo com informações, dados e ouvindo o lado das empresas também. Você percebe como funciona a mentalidade das empresas e do mercado consumidor brasileiro. Culpar única e exclusivamente a tributação o preço da matéria prima não é correto.
            E a gente sabe que o exemplo não se aplica só na indústria automobilística no Brasil. Mas é o exemplo mais gritante que se tem por aqui desse problema.

          • Continuando…
            Até hoje não temos o mesmo numero de voos para o exterior do passado. Isso com um mercado muito maior que na década de 90. Pq competir com a TAP que voa para 10 destinos nacionais se ela não pode competir com as locais num CGH/SDU? Para que se o filé tá aqui mesmo? Resultado, desde a quebra da Varig e da Transbrasil a TAP impera. Bons tempos em que havia 3 cias aéreas operando Brasil/Lisboa. Hoje temos quase a exclusividade da TAP na linha.

            Lucro Brasil não é ficção. Trabalhei em 2 grandes empresas multinacionais do turismo e veja só, o Brasil era a menina dos olhos e por um só motivo, lucro. Aqui se paga o dobro dos impostos mas se paga metade de outros custos. Pagamos ao governo uma carga trabalhista absurda sobre salários que não chegam a metade dos praticados lá fora. Havia posições em que enquanto o brasileiro recebia R$ 600, um americano ganhava USD 1.400 pela mesma função nas unidades da América, mas o preço cobrado dos clientes brasileiros era em média 30% superior ao cobrado lá fora pelo mesmo produto. Eu não sei qual é o seu setor, mas no meu, o mercado foi tomado pelas "gringas" que crescem vertiginosamente. Posteriormente acompanhei a venda de uma empresa 100% brasileira, foco de interesse dos "gringos" e dificil era lidar com a desconfiança dos caras quanto a precisão dos relatórios. Uma única unidade dava mesmo aquele lucro todo. Eles riam. diziam precisar de 3 ou 4 unidades lá fora para lucrar o mesmo. Nas mãos de quem a empresa está agora? Não é de brasileiro. Nem vou sair do turismo citando montadoras, bancos… Mania de brasileiro de só olhar as maravilhas americanas e esquecer que a França é um pesadelo trabalhista ( para as empresas ) e mesmo assim a Air France e uma infinidade de outras mega corporações deles estão aí, fazendo dinheiro.

            É obvio que as cias de outros continentes que fazem a rota Brasil/Argentina aproveitam vantagens de abastecer lá, mais uma vez, bastante simplista. Esquece que Buenos Aires e Santiago ficam fora do alcance da maior parte das aeronaves quando partindo dos Emirados e alguns pontos da Europa. Se essa fosse a grande vantagem qualquer cia aérea americana e todas as européias iriam aproveitar o filão e deixar Buenos Aires e Montevideo só com voos com conexão em São Paulo. Não são corridinhas a posto de combustível e sim paradas técnicas que exigem reabastecimento em SP para voar até Buenos Aires com as aeronaves menos lucrativas para rotas curtas e médias. Veja só, a unica dessas cias que faz Rio/Buenos Aires é a única que vem dos Emirados ao Rio… as Europeias e Americanas voltam do Rio mesmo. Pq seria?

            É claro que procurando há exemplos diversos de sucesso ou fracasso. Há também N exemplos de empresas bem sucedidas. Poucas são as redes hoteleiras nacionais hoje em dia. Espanhois, franceses, portugueses e americanos tomaram o mercado de assalto nas últimas duas décadas. A maior operadora brasileira foi comprada por um fundo estrangeiro, a Lan comprou a TAM e veja só, a A Air France acabou de investir na GOL depois da Delta ( por sinal é este o artigo discutido). Certamente nenhuma dessas empresas veio aqui jogar dinheiro ou dar uma forcinha a economia brasileira.

            Não defendo a abertura do mercado simplesmente. É sim importante ter estimulo do governo para competir. Mas é miopia não enxergar que o mercado tem sim muito espaço para melhorar. Já disseram que a TAM não ia fazer frente a Varig, que a Gol não duraria, que não havia espaço para a Azul no mercado. Quem olhasse o cenário nos anos 90 não apostaria na realidade de hj. O mesmo agora. Abrir o mercado não é só deixar que a China abra um monte de cias aéreas. É permitir que empresas mais experientes e melhor administradas possam reforçar as existentes sem maquiagem como já vimos.

          • Caríssimo. Que coisa feia chamar os outros de mentiroso, irracional, piadista… Ainda mais quem não se conhece! Pontos de vista distintos serão sempre bem vindos, mas atestar irracionalidade de alguém que não se conhece é no mínimo falta de maturidade para não falar de educação. Isto posto, vamos aos pontos.

            As comparações são sempre complicadas mesmo, especialmente quando se vê que a IATA aponta a consolidação do Brasil como terceiro maior mercado de viagens domésticas no mundo nos próximos 4 anos, atrás apenas dos EUA e da China. Com quem mesmo eu devo comparar o mercado brasileiro?

            Sim, o Brasil é basicamente do mesmo tamanho da Europa. Cerca de 15% de diferença de área. Quanto a mercado, fato. Um continente com mais de 700 milhões de habitantes não pode ser comparado aos nossos cerca de 200 milhões é verdade. E paremos aí as comparações pois o tópico é justamente as vantagens de abrir a concorrência (e consequentemente a melhora e aumento do mercado) e redução de tarifas. A intenção era mostrar o gap existente entre os dois e o quanto podemos crescer com o maior competitividade. Não dá mesmo para comparar o numero de pax na Europa rateado por mais de 40 cias aéreas ( pelo menos 18 de grande porte ) x Brasil com basicamente 4. Seria injusto com eles. Segundo o AMADEUS, por exemplo, fomos em 2011 o segundo mercado que mais cresceu no mundo perdendo para o Chile apenas. Temos também a segunda rota doméstica mais movimentada do mundo ( SP/RIo/SP )

            As comparações são sempre complicadas mesmo, especialmente quando se vê que a IATA aponta a consolidação do Brasil como terceiro maior mercado de viagens domésticas no mundo nos próximos 4 anos, atrás apenas dos EUA e da China. Com quem mesmo eu devo comparar o mercado brasileiro?

            Enquanto lá fora diversas empresas se uniram e ampliaram seus dominios, reduzir despesas, intergrar malha aérea, aqui as aquisições se resumem basicamente a ganhar slots de Congonhas. Bem diferente do que aconteceu no restante do mundo. Sim, eu sei que as cias americanas quebraram. Bem simplista desconsiderar o 11/09, não?

        • Paulo Almeida

          É isso!

        • Daniel

          Sim colega, porém o custo operacional de uma empresa aqui no Brasil 55% é combustível e as empresas estrangeiras pagam bem menos que as brasileiras e tem a questão do valor por assento disponível entre outras vertentes…..agora o problema não é apenas salvar as empresas mas sim garantir milhares de empregos enfim só quem é do setor consegue compreender o quanto é difícil manter se nele……

  • Se tiver Economy Premium/Plus/Comfort cortesia pra Smiles Diamante, eu aprovo!

  • Viva o MD! Esse foi um furo para mim que só estava vendo notícias sobre a compra do WhatsApp pelo FB.

    • Não foi um furo. A notícia foi publicada pela própria Gol como fato relevante 24 horas antes…

  • Thomas H.

    A Gol podia ajustar seus elite tiers. Hoje pra ser Gold são necessários só 20.000 milhas/ano e Diamante 35.000.
    Na propria Delta, pra ser Gold precisa 50.000, Platinum 75.000 e Diamond 125.000. Resultado, um mar de Golds e Diamonds nos voos da Gol, que quase não têm mais tantos benefícios.
    Outro dia em CGH a fila de "prioridade" tava quase do mesmo tamanho da normal.

    • Fernando-RJ

      É verdade… a fila de prioridades é do mesmo do tamanho da fila sem prioridade. Chega a ser engraçada a situação!

    • Paulo Almeida

      Se o avião cair, vai ter prioridade no recolhimento dos ossos?

  • Letícia

    Quem sabe assim a pontuação de voos da Air France e KLM sejam computados "mais facilmente" na minha conta smiles… estou esperando há 3 meses parte da pontuação. Já abri chamados, mas simplesmente sou ignorada!! Affff…

    • Silva

      Leticia, você já verificou se está faltando documento? é muito tempo isso em, o meu levou só 5 dias úteis após anexar os documentos solicitados.

      • Da última vez que viajei Delta e computei na Smiles, levaram quase 2 meses, e documentação completa

    • Lígia

      Só qdo denunciei no Reclame Aqui tive a atenção da Gol/Smiles. Funcionou…no dia seguinte apareceram minhas milhas, depois de um telefonema de alguém que decidia de lá pra mim…

    • Fabricio

      Eu cheguei a desistir, Letícia. Tentei, tentei, tentei e não dava em nada. Resolvi desistir,

    • Paulo Maciel

      Aconteceu a mesma coisa comigo, Letícia. Voei para Paris pela Air France, pedi para pontuar. Na minha conta consta as passagens, data, voo etc, só não tem os pontos. Abri chamadas e até hoje nada. Obs: Depois de muito tempo me pediram para apresentar as passagens, sendo que os dados estão todos lá provando que apresentei.

    • Marcelo

      Tive problemas com milhas Smiles em trechos voados na KLM no ano passado e alguns de fato ainda não foram creditados.

    • Carlos

      Pensei que fosse o único, ano passado comprei passagens pela Delta e um trecho foi operado pela Air France, este trecho não teve milhas creditadas, apesar de constar no site do smiles os dados do voos aparecem milhas creditadas 0. Estou reclamando até hoje e nada, a resposta daa é que este trecho não pontua, apesar do regulamento dizer que todos os trechos da Delta pontuam, acredito que mesmo operado pela Air France é um trecho Delta, ou estou errado ?

      • Danielsson

        Cara, a Smiles argumentou a mesma coisa pra mim. Acho que não pontua mesmo. Eu fiz os trechos GIG-CDG, CDG-LHR, TXL-CDG e CDG-GIG pela Air France. Mas apenas os trechos GIG-CDG e CDG-GIG foram creditados os pontos. Eles disseram que nos trechos internos na Europa não eram. Deve ter sido o seu caso também. Eles só vão creditar os voos que vierem daqui do Brasil por essas companhias parceiras provavelmente.

  • Está tudo apontando pra GOL entrar na SkyTeam.

  • Fernando-RJ

    Mesmo antes da tal parceria já era possível emitir com Smiles para Air France-KLM.

  • Fabio

    Será que agora a Gol vai servir Champagne a bordo, nos moldes da Air France? Ou terá open bar com picolé Haagen-Daz ? kkkkkkkkk

    • Nos voos curtos da Air France na Europa no máximo te servem um amendoim e uma bebida! =)

      • Marcos Sobral

        Eu fiz a rota Paris x Roma pela Air France em 2010 e não teve nem amendoim. Só água e refrigerante.

        • Eu fiz Amsterdã x Paris com eles há dois meses e rolou um amendoim, mas eu nem provei para ver se estava bom. A Alitalia, que é meio parte do grupo também, serviu um biscoitinho. =)

        • Fiz a mesma rota em 2012 e ganhei suco/refrigerante e sanduíche.

          • Quando eu fiz AMS/FCO no ano retrasado teve um sanduíche e opção de suco, refrigerante ou cerveja, o vôo foi no horário do almoço.

      • Nelson

        De Airfrance em dezembro/2013

    • se seguir a linha das cervejas brasileiras com quase 50% de milho trans, teremos champagne de soja, isso sim!

    • Nilson

      Haagen-Dasz é uma marca americana, não européia.

  • Marcio

    Ola Denis, obrigado pelo crédito.

  • rodrigo abrahao

    Espero agora que a Gol libere Trechos no Smiles

  • Dênis Colli

    A Delta Airlines é do mesmo grupo da KLM/AirFrance logo teremos elas como donas interinas da Gol…
    Ganharemos em qualidade nos serviços e perderemos em preços

  • A idéia é facilitar a vida dos usuários, podendo computar pontos em ambos programas de milhagem das empresas, além de mais conexões para a Europa. Se isso se confirmar, será excelente!

  • Gabriel Figueiredo

    E foi a GOL à Europa com o pires na mão e conseguiu uma esmola francesa!
    Galera votem melhor esse ano, salvo melhor juízo seremos devorados pela inflação, flutuação cambial, desaceleração econômica e por fim seremos vendidos para os estrangeiros (melhor rir para não chorar).

    • Paulo Almeida

      Issó é uma situação de macro economia, nada tem a ver com o voto.

  • adenilce

    Acredito que realmente o Brasil fosse colonizado novamente tudo seria diferente. Ja viajei pela Air France, ja viajei pela Catar, American Airlines, Tam, Gol, Azul, Trip ate pela webjet qdo existia, o melhor servico realmente são das Cias estrangeiras.

  • Será que esse será o empurrão que faltava pra GOL ingressar na Sky Team?

    • Guilherme Ricca

      Tá na hora já né? Concordo com você!

  • Betania

    As duas vezes que viajei de companhia estrangeira numa (Delta) tive que comprar água a bordo num vôo Atlanta – New York. Assentos apertados e avião velho. O terminal da Delta no JFK estava tomado por ratos e baratas e tive um mala nova destruída. Quando procurei a empresa para reclamar tive que me contentar a moça do balcão que me atendeu se limitou a responder que a mala serve para proteger os bens dentro dela.
    Noutro vôo (TAP), de volta de Lisboa para Fortaleza, não consegui dormir porque a equipe de bordo passou a madrugada oferecendo café em voz alta, acendendo as luzes.
    Então ainda que minha experiência seja pequena, não acho que as brasileiras devam tanto assim às estrangeiras. A Gol é um lixo, mas a TAM não peca tanto assim.